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Está passando mais uma edição do Big Brother Brasil, já é a sétima por aqui.
Vejo muitas pessoas recriminando esse tipo de entretenimento e muitos não vêem como se pode assistir a tal programa.
À primeira vista, confesso achar um programa pouco instrutivo e que mexe muito com a noção de privacidade, mas costumo me interessar muito pela análise dos participantes. Muito embora, tenhamos que filtrar muita coisa da edição que é dada ao programa, a não ser que se assita ao programa integral pelo pay per view (coisa que não faço).
Acho muito interessante ver as relações humanas de pessoas que estão confinadas em uma casa sob a vigilância direta de todos os telespectadores. Os conflitos, as intrigas, os amores e o jogo para ganhar dinheiro e, acima de tudo, a fama.
“O termo Big Brother surgiu no livro 1984, do escritor George Orwell, e relata a transformação da realidade. O livro é narrado em terceira pessoa e conta o disfarce democrático utilizado pela Oceania que vive um totalitarismo desde que o IngSoc (o Partido) chegou ao poder sob a batuta do onipresente Grande Irmão (Big Brother).
Como se observa, é inspirado na opressão dos regimes totalitários das décadas de 30 e 40, o livro não se resume a apenas criticar o stalinismo e o nazismo, mas toda a nivelação da sociedade, a redução do indivíduo em peça para servir ao estado ou ao mercado através do controle total, incluindo o pensamento e a redução do idioma. A obra-prima foi escrita no ano de 1948 e seu título invertido para 1984 por pressão dos editores. A intenção de Orwell era descrever um futuro baseado nos absurdos do presente.”
Como se vê a idéia de ser observado o tempo todo é muito intrigante e aguça as opiniões das pessoas. Sabemos que também a exemplo da didatura, já houve escola que colocou monitoramento em suas salas para vigiar professor e aluno, patrão que colocou câmeras nas dependências de suas empresas para vigiar funcionários e hoje a moda é o circuito monitorado de segurança, para tentar impedir a violência que assola o mundo.
Hoje, fazemos parte de um grande Big Brother e quem for eliminado deixa de ser ‘vigiado’ e vai para cadeia que, apesar de ser fechado, não tem monitoração que se prese (em sua grande maioria), permitindo que os presos sejam o ‘Grande Irmão’ dos seus amiginhos que estão fora da prisão…
Isso dá o que pensar, não é?
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Finalmente chegou o carnaval! Para os animados foliões, essa espera apenas é recompensada nos quatro dias que virão e a quarta-feira de cinzas é uma tristeza só…
Quarta-feira passada, a de fogo, foi palco do maior bloco de arrasto daqui, As Muriçocas. Estava pegando fogo de tanta gente (não sei como não espantou as muriçocas de tanta fumaça que tinha kkkkkk).
E ontem, foi a vez do Cafuçu. Uma graça! Cada pessoa mais cafuçu do que a outra, uma ‘belezura’ de se ver!!!
Sempre gostei do carnaval, acho uma festa muito interessante e muito importante para o nosso país, pena que tem perdido um pouco do seu sentido nesses últimos anos, a alegria, a dança e a brincadeira têm dado lugar à violência, à bebida em excesso, ao apelo sexual e à loucura exagerada…
É uma pena que as pessoas que gostam do verdadeiro carnaval, como eu, só possam vê-lo pela tv atualmente, com receio do que pode acontecer se cair na folia!!!