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Esse fim de semana foi muito produtivo quanto a filmes. Assisti a três ótimos filmes: Sob o Sol de Toscana, Vem Dançar Comigo e Perfume: a história de um assassino.
O Primeiro filme é muito interessante, além de mostrar paisagens belíssimas da Itália (sonho em conhecê-la!), revela de forma poética o nascer do sol em cada um de nós, mesmo depois de uma intempérie em nossa vida. Senti falta apenas de ver com mais detalhes o amor que se anuncia no final.
O segundo, é a minha cara! O fato de mostrar a dança como razão do viver e de trazer felicidade me atrai muito. Reforço essa idéia dizendo que o ditado ‘quem canta seus males espanta’ está incompleto, falta a dança. E, além disso, achei surpreendente a relação marido-mulher ser tratada de forma tão sutil e com desfecho bastante incomum. Quem assistir saberá do que falo!!!
Por fim, mas não menos marcante, o terceiro. Fui assistir ao filme com o intuito de reviver a leitura que fiz do livro do escritor alemão Patrick Süskind. Uma amiga postou em seu blog a adaptação feita para a telona, então não me agüentei de curiosidade e fui logo na estréia. Mais uma vez fiquei impressionada com a percepção do autor. Escrevi em outro post sobre as máscaras e o desejo de agradar o outro, reforço agora com o ‘perfume’. Somos animais que supervalorizamos o olfato, apesar de nossos amigos irracionais também o fazerem , inclusive para demarcar território, reconhecer sua prole e procriar. Mas, nós, humanos, separamos precisamente o bom e o mau odor e aceitamos ou rejeitamos a depender dessa seleção. Realmente é uma obra fantástica que aguça os nossos sentidos, principamente o olfato, para sentirmos o cheiro de nossos sentimentos, dores, tristezas e imperfeições…
Não percam!!!
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Desde ontem que reflito sobre o fato de usarmos máscaras o tempo todo, segundo Shakespeare. Será que realmente as usamos? Em que momento?
Posso estar enganada, mas concordo com Shakespeare. Vivemos tentando agradar às pessoas que nos rodeiam, por isso usamos máscaras para assumir o papel desejado. Alguns exageram bastante, chegando a mudar de máscara com muita freqüência, os instáveis, ou ainda, usam uma máscara que nada condiz com o que pensa, que, para mim, seria o denominado de falsidade.
Na verdade, a minha grande dúvida é: porque será que nós sentimos tanto prazer quando sabemos que agradamos ao outro? Será que isso reforça a idéia de que precisamos viver em sociedade?
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Hoje, meu marido faz aniversário! A nossa comemoração foi ontem, quando almoçamos em família, na casa dos pais dele. Foi um dia bastante agradável…
Desejo, de coração, que esta data seja repleta de muita felicidade e que ele possa realizar todos os seus sonhos (espero que esteja inclusa em alguns deles).
Felicidades, querido!!!
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Passamos esse fim de semana na praia, em Baía Formosa – RN. Realmente o nome diz tudo!!! Foi ótimo, uma praia linda, com muito sol, mar, golfinhos… Mas, o melhor de tudo é a oportunidade de reunir toda a família para aproveitar esse mundão maravilhoso.
Só fico triste quando lembro que o homem costuma se utilizar de forma inadequada da natureza, ao ponto de modificá-la e danificá-la. Espero que meus filhos e netos ainda possam ver essas belezas naturais como eu tive o prazer de fazê-lo.
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Esse foi o desfio da minha amiga, dizer o que sonhava em ser quando grande. Na verdade, algumas pessoas já conhecem a minha história. Eu sempre quis ser bailarina. Sonhava em dançar em famosos palcos para platéias não muito cheias, mas de gosto apurado e crítico. Até que tinha inclinação para isto, mas o destino pregou-me uma peça, ou melhor, deu-me um baile! Colocou a arte de ensinar no meu caminho…
Apesar de não saber que esse seria mais do que o meu sonho, seria a minha realização, comecei ensinando desde muito jovem, quando fazia escola ainda. Dava aulas particulares e reforço escolar em diversas matérias, como matemática, física, química e inglês. O interessante é que nunca me interessei por ensinar língua portuguesa, porque sempre me achei medíocre na disciplina.
Quando fiz vestibular, mais uma vez, o destino atravessou o meu caminho. Com o auxílio de uma amiga, optei pelo curso de Letras como minha segunda opção (a primeira foi Direito). Como fiquei na lista de espera para entrar em Direito, resolvi cursar Letras para adiantar as disciplinas básicas, para o caso de ainda ser chamada para a primeira opção. Foi aí que realmente tudo começou…
Foi amor à primeira vista, apaixonei-me de tal forma pelo curso que já não me via sem ele. Vivia Letras, respirava Letras, defendia Letras… (Meu Pai diz que até sopinha de letras eu comecei a tomar por causa dessa paixão rsrsrsrs) Então, a partir daí, o meu sonho mudou. E ensinar passou a ser o meu sonho e desejo.
Hoje, posso dizer que sou em parte realizada, pois já ensino há algum tempo. Resta apenas o sonho de ser cada vez mais uma professora especial, que faça a diferença na vida dos meus alunos. Na realidade, quero ser uma lembrança boa na vida deles e ensinar mais que língua portuguesa…
Bom, consciente do meu sonho, resta-me sonhar…
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Há momentos indescritíveis… Acabei de passar por um desses agora. Estava terminando de ler alguns poemas de um amigo (Matteus Mello), que me dá a honra de lê-los em primeira (ou segunda) mão e opinar sobre. São obras fantásticas, de uma sensibilidade e peculiaridade ímpares! Fico feliz por existirem pessoas que têm essa alma falante.
Tenho certeza que breve publicará seus poemas, então, quando isso acontecer, terei um imenso orgulho em anunciar o lançamento por aqui. Certamente, será um um programa de muito bom gosto e uma experiência maravilhosa para quem for!